e o navio em cima do mar;
- depois, abri o mar com as mãos,
para o meu sonho naufragar
Minhas mãos ainda estão molhadas
do azul das ondas entreabertas,
e a cor que escorre de meus dedos
colore as areias desertas.
O vento vem vindo de longe,
a noite se curva de frio;
debaixo da água vai morrendo
meu sonho, dentro de um navio...
Chorarei quanto for preciso,
para fazer com que o mar cresça,
e o meu navio chegue ao fundo
e o meu sonho desapareça.
Depois, tudo estará perfeito;
praia lisa, águas ordenadas,
meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas.
Passei pra deixar um oi e dizer q adorei a poesia!
ResponderExcluirbeijos;
Cecilia Meireles é fantástica! Ótima escolha, ainda não tinha lido este ! Muito bom !
ResponderExcluirAdoro poesia , e Cecila Meireles muito boa e linda !! vou te segir me segue tbm e visite sempre me http://wwwalessandroluis.bogspot.com , passa - lá tbm princesa
ResponderExcluirLindissimo. Adoro estas poesias, sempre se renovam, ou o ser humano que é sempre o mesmo?
ResponderExcluirAbraços